Select Menu

Slider

Tecnologia do Blogger.

Teste Menu 1

Exibido: 20.02.2011
Convidado: Divaldo Pereira Franco
Tema: A Transição Planetária
Apresentação: Antonio Coelho Filho


Parte 1



Parte 2

Exibido: 20.02.2011
Convidado: Divaldo Pereira Franco
Tema: A Transição Planetária
Apresentação: Antonio Coelho Filho


Parte 1



Parte 2

Jorge Hessen
jorgehessen.net
Circula pela Internet mensagem atribuída a Frei Beto. Pois bem, “se non e vero, e bene trovato” na essência é possível que o sacerdote tenha dito: “as escrituras registram que Jesus passou a vida fazendo o bem, o mesmo se aplica a Francisco de Paula Cândido Xavier, o mais famoso kardecista brasileiro e um dos autores mais lido do País“. Segundo o frei “nos meios católicos contavam-se horrores a respeito do médium de Uberaba. Espíritas e protestantes eram ‘queimados’ na fogueira dos preconceitos até que o papa João XXIII, nos anos 60, abriu as portas da Igreja Católica ao ecumenismo“. Arremata magistralmente o Frei: “Chico Xavier é cristão na fé e na prática. Famoso, fugiu da ribalta. Poderoso, nunca enriqueceu. Objeto de peregrinações a Uberaba, jamais posou de guru. Quem dera que nós, católicos, em vez de nos inquietar com os mortos que escrevem pela mão de Chico, seguíssemos, com os vivos, seu exemplo de bondade e amor“.
Como se vê, os comentários são atribuídos a um respeitável religioso não-espírita. E, quanto a nós, os espíritas!, como reconhecemos os valores morais de Chico Xavier?
Mais informações clique na imagemRealizando eventos (congressos) em sua homenagem, excluindo dos “banquetes pomposos” os espíritas pobres com fome de conhecimento? Como está o atual projeto espirita brasileiro? Cremos que deva ser repensado as diretrizes das práticas doutrinárias no Brasil.
Para esse escopo consideramos importante trazer para o tema as advertências de Chico Xavier publicadas no livro Encontros No Tempo.
Observaremos a seguir que as palavras do Chico são atuais e ecoarão em nossa consciência doutrinária, convidando-nos a um urgente balanço em torno do Movimento Espírita, cujo objetivo deve ser o de reviver o Cristianismo primitivo em sua simplicidade, e que tem na máxima, “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei“, a sua expressão maior.(1)

E não precisamos fazer um esforço “sobrenatural” para identificar, nas hostes espíritas, um indesejável ranço elitista. Por essa razão Chico alertou: “é preciso fugir da tendência à “elitização” no seio do movimento espírita. É necessário que os dirigentes espíritas, principalmente os ligados aos órgãos unificadores, compreendam e sintam que o Espiritismo veio para o povo e com ele dialogar. É indispensável que estudemos a Doutrina Espírita junto às massas, que amemos a todos os companheiros, mas, sobretudo, aos espíritas mais humildes, social e intelectualmente falando, e deles nos aproximarmos com real espírito de compreensão e fraternidade“.(2)
Muitas lideranças doutrinárias complicam conteúdos que deveriam ser simples. Coincidentemente, o Cristianismo, durante os três primeiros séculos, era, absurdamente diferente do Cristianismo oficializado pelo Estado Romano, no Século V. A chama brilhante, nascida na Galiléia, aos poucos foi esmaecendo, até culminar nas densas brumas medievais. O que se observa no Movimento Espírita atual, é a reedição da desfiguração do projeto inicial, de 1857. Os comprometidos com o princípio unificacionista brasileiro precisam manter cautela para não perderem o foco do Projeto Espírita Codificado por Allan Kardec, engendrando motivos à separatividade entre os adeptos. Recordemos que a alma do Cristianismo puro estava estuante nas cidades de Nazaré, Jericó, Cafarnaum, Betsaida, dentre outras, e era diferente daquele Cristianismo das querelas e intrigas de Jerusalém.
Insistimos no tema, lembrando que a ausência de simplicidade observada principalmente nos “centrões espiritas”, é lamentável, e, se não formos vigilantes, segundo Chico Xavier, “daqui a pouco estaremos em nossas casas espíritas, apenas, falando e explicando o Evangelho de Cristo às pessoas laureadas por títulos acadêmicos ou intelectuais e confrades de posição social mais elevada. Mais do que justo é que evitemos isso (repetiu várias vezes) a “elitização” no Espiritismo, isto é, a formação do “espírito de cúpula”, com evocação de infalibilidade, em nossas organizações“.(3)
Chico repreende-nos fraternalmente quando comenta: “é indispensável manter o Espiritismo qual foi entregue pelos mensageiros divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios“.(4)
Na capital do País há grandes centros onde Kardec é um ilustre desconhecido. São centros que apresentam promessas ilusórias para supostas curas de todos os tipos de “males” físicos e espirituais com as mais estranhas terminologias. Além do que permanecem crescendo em quantidade de frequentadores distantes do conselho sábio de Chico Xavier: “o diálogo entre grupos reduzidos de estudiosos sinceros, apresenta alto índice de rendimento para os companheiros que efetivamente se interessam pela divulgação dos princípios Kardequianos“.(5)
Para os que estão comprometidos no projeto “unificacionista”, evocamos o médium mineiro, que admoestou com energia: “deveríamos refletir em unificação, em termos de família humana, evitando os excessos de consagração das elites culturais na Doutrina Espírita, embora necessitemos sustentá-las e cultivá-las com respeitosa atenção, mas nunca em detrimento dos nossos irmãos em Humanidade, que reclamam amparo, socorro, esclarecimento e rumo. E acrescenta: “Não consigo entender o Espiritismo sem Jesus e sem Allan Kardec para todos, com todos e ao alcance de todos, a fim de que os nossos princípios alcancem os fins a que se propõem“.(6)
Em verdade o Espiritismo sonhado por Kardec era o mesmo Espiritismo que Chico Xavier exemplificou por mais de setenta anos, ou seja, o Espiritismo do Centro Espírita simples, muitas vezes iluminado à luz de lampião; da visita aos necessitados, da distribuição do pão, da “sopa fraterna”, da água fluidificada, do Evangelho no Lar. Sim! O grande desafio da Terceira Revelação deve ser o crescimento, sem perder a simplicidade que a caracteriza como REVELAÇÃO. O evangelho é a frondosa árvore fornecedora dos frutos do amor. Urge entronizar a força da mensagem de Jesus, sem receio dos phd’s espíritas, os kardequiologos de vigília, sem temor das críticas dos espíritas de “gabinete”, dos aventureiros ideológicos que pretendem assumir ou assenhorear as rédeas do Movimento Espírita no Brasil.
O Espiritismo desejável é aquele das origens, o que nos faz lembrar Jesus, ou seja, o Espiritismo Consolador prometido, o Espiritismo em sua feição pura e simples, o Espiritismo do povo (que hoje não pode pagar taxas e ingressar nos Congressos doutrinários), o Espiritismo dos velhos, o Espiritismo das crianças, o Espiritismo da natureza, o Espiritismo “debaixo do abacateiro”. Obrigado, Frei Beto!
Fontes:
(1) Jo 13,34.
(2) Entrevista concedida ao Dr. Jarbas Leone Varanda e publicada no jornal uberabense: “Um encontro fraterno e uma Mensagem aos espíritas brasileiros”). Da obra “Encontros No Tempo” – Entrevistas com o médium Francisco Cândido Xavier, assistido pelo espírito de Emmanuel. Organização e notas: Hércio Marcos Cintra Arantes.
(3) idem.
(4) idem.
(5) Entrevista ao Jornal Unificação, de São Paulo/SP, publicada em sua edição de julho/agosto de 1977, com o título: “Nosso jornal entrevista Chico Xavier”). Da obra “Encontros No Tempo” – Entrevistas com o médium Francisco Cândido Xavier, assistido pelo espírito de Emmanuel. Organização e notas: Hércio Marcos Cintra Arantes.
(6) idem.
Jorge Hessen
jorgehessen.net
Circula pela Internet mensagem atribuída a Frei Beto. Pois bem, “se non e vero, e bene trovato” na essência é possível que o sacerdote tenha dito: “as escrituras registram que Jesus passou a vida fazendo o bem, o mesmo se aplica a Francisco de Paula Cândido Xavier, o mais famoso kardecista brasileiro e um dos autores mais lido do País“. Segundo o frei “nos meios católicos contavam-se horrores a respeito do médium de Uberaba. Espíritas e protestantes eram ‘queimados’ na fogueira dos preconceitos até que o papa João XXIII, nos anos 60, abriu as portas da Igreja Católica ao ecumenismo“. Arremata magistralmente o Frei: “Chico Xavier é cristão na fé e na prática. Famoso, fugiu da ribalta. Poderoso, nunca enriqueceu. Objeto de peregrinações a Uberaba, jamais posou de guru. Quem dera que nós, católicos, em vez de nos inquietar com os mortos que escrevem pela mão de Chico, seguíssemos, com os vivos, seu exemplo de bondade e amor“.
Como se vê, os comentários são atribuídos a um respeitável religioso não-espírita. E, quanto a nós, os espíritas!, como reconhecemos os valores morais de Chico Xavier?
Mais informações clique na imagemRealizando eventos (congressos) em sua homenagem, excluindo dos “banquetes pomposos” os espíritas pobres com fome de conhecimento? Como está o atual projeto espirita brasileiro? Cremos que deva ser repensado as diretrizes das práticas doutrinárias no Brasil.
Para esse escopo consideramos importante trazer para o tema as advertências de Chico Xavier publicadas no livro Encontros No Tempo.
Observaremos a seguir que as palavras do Chico são atuais e ecoarão em nossa consciência doutrinária, convidando-nos a um urgente balanço em torno do Movimento Espírita, cujo objetivo deve ser o de reviver o Cristianismo primitivo em sua simplicidade, e que tem na máxima, “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei“, a sua expressão maior.(1)

E não precisamos fazer um esforço “sobrenatural” para identificar, nas hostes espíritas, um indesejável ranço elitista. Por essa razão Chico alertou: “é preciso fugir da tendência à “elitização” no seio do movimento espírita. É necessário que os dirigentes espíritas, principalmente os ligados aos órgãos unificadores, compreendam e sintam que o Espiritismo veio para o povo e com ele dialogar. É indispensável que estudemos a Doutrina Espírita junto às massas, que amemos a todos os companheiros, mas, sobretudo, aos espíritas mais humildes, social e intelectualmente falando, e deles nos aproximarmos com real espírito de compreensão e fraternidade“.(2)
Muitas lideranças doutrinárias complicam conteúdos que deveriam ser simples. Coincidentemente, o Cristianismo, durante os três primeiros séculos, era, absurdamente diferente do Cristianismo oficializado pelo Estado Romano, no Século V. A chama brilhante, nascida na Galiléia, aos poucos foi esmaecendo, até culminar nas densas brumas medievais. O que se observa no Movimento Espírita atual, é a reedição da desfiguração do projeto inicial, de 1857. Os comprometidos com o princípio unificacionista brasileiro precisam manter cautela para não perderem o foco do Projeto Espírita Codificado por Allan Kardec, engendrando motivos à separatividade entre os adeptos. Recordemos que a alma do Cristianismo puro estava estuante nas cidades de Nazaré, Jericó, Cafarnaum, Betsaida, dentre outras, e era diferente daquele Cristianismo das querelas e intrigas de Jerusalém.
Insistimos no tema, lembrando que a ausência de simplicidade observada principalmente nos “centrões espiritas”, é lamentável, e, se não formos vigilantes, segundo Chico Xavier, “daqui a pouco estaremos em nossas casas espíritas, apenas, falando e explicando o Evangelho de Cristo às pessoas laureadas por títulos acadêmicos ou intelectuais e confrades de posição social mais elevada. Mais do que justo é que evitemos isso (repetiu várias vezes) a “elitização” no Espiritismo, isto é, a formação do “espírito de cúpula”, com evocação de infalibilidade, em nossas organizações“.(3)
Chico repreende-nos fraternalmente quando comenta: “é indispensável manter o Espiritismo qual foi entregue pelos mensageiros divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios“.(4)
Na capital do País há grandes centros onde Kardec é um ilustre desconhecido. São centros que apresentam promessas ilusórias para supostas curas de todos os tipos de “males” físicos e espirituais com as mais estranhas terminologias. Além do que permanecem crescendo em quantidade de frequentadores distantes do conselho sábio de Chico Xavier: “o diálogo entre grupos reduzidos de estudiosos sinceros, apresenta alto índice de rendimento para os companheiros que efetivamente se interessam pela divulgação dos princípios Kardequianos“.(5)
Para os que estão comprometidos no projeto “unificacionista”, evocamos o médium mineiro, que admoestou com energia: “deveríamos refletir em unificação, em termos de família humana, evitando os excessos de consagração das elites culturais na Doutrina Espírita, embora necessitemos sustentá-las e cultivá-las com respeitosa atenção, mas nunca em detrimento dos nossos irmãos em Humanidade, que reclamam amparo, socorro, esclarecimento e rumo. E acrescenta: “Não consigo entender o Espiritismo sem Jesus e sem Allan Kardec para todos, com todos e ao alcance de todos, a fim de que os nossos princípios alcancem os fins a que se propõem“.(6)
Em verdade o Espiritismo sonhado por Kardec era o mesmo Espiritismo que Chico Xavier exemplificou por mais de setenta anos, ou seja, o Espiritismo do Centro Espírita simples, muitas vezes iluminado à luz de lampião; da visita aos necessitados, da distribuição do pão, da “sopa fraterna”, da água fluidificada, do Evangelho no Lar. Sim! O grande desafio da Terceira Revelação deve ser o crescimento, sem perder a simplicidade que a caracteriza como REVELAÇÃO. O evangelho é a frondosa árvore fornecedora dos frutos do amor. Urge entronizar a força da mensagem de Jesus, sem receio dos phd’s espíritas, os kardequiologos de vigília, sem temor das críticas dos espíritas de “gabinete”, dos aventureiros ideológicos que pretendem assumir ou assenhorear as rédeas do Movimento Espírita no Brasil.
O Espiritismo desejável é aquele das origens, o que nos faz lembrar Jesus, ou seja, o Espiritismo Consolador prometido, o Espiritismo em sua feição pura e simples, o Espiritismo do povo (que hoje não pode pagar taxas e ingressar nos Congressos doutrinários), o Espiritismo dos velhos, o Espiritismo das crianças, o Espiritismo da natureza, o Espiritismo “debaixo do abacateiro”. Obrigado, Frei Beto!
Fontes:
(1) Jo 13,34.
(2) Entrevista concedida ao Dr. Jarbas Leone Varanda e publicada no jornal uberabense: “Um encontro fraterno e uma Mensagem aos espíritas brasileiros”). Da obra “Encontros No Tempo” – Entrevistas com o médium Francisco Cândido Xavier, assistido pelo espírito de Emmanuel. Organização e notas: Hércio Marcos Cintra Arantes.
(3) idem.
(4) idem.
(5) Entrevista ao Jornal Unificação, de São Paulo/SP, publicada em sua edição de julho/agosto de 1977, com o título: “Nosso jornal entrevista Chico Xavier”). Da obra “Encontros No Tempo” – Entrevistas com o médium Francisco Cândido Xavier, assistido pelo espírito de Emmanuel. Organização e notas: Hércio Marcos Cintra Arantes.
(6) idem.
Francisco Rebouças
Volta e meia ouvimos em alguns dos muitos meios de comunicação, televisão, rádios, jornais, revistas etc. etc., depoimentos de pessoas que se denominam evangélicos, que dizem que já foram espíritas, e agora por entenderem a verdadeira “palavra de Deus”, se tornaram cristãos, e, por essa razão, estão satisfeitos por que aceitaram Jesus e estão salvos; claro que todos esses meios de comunicação a que nos referimos são defilosofia protestante.
Contam, que no período em que seguiram a filosofia espírita, sofriam muito por serem dominados pelo “Satanás”, que lhes impunham sérios e tormentosos sofrimentos tais como: depressão, desentendimentos familiares, problemas financeiros, e por aí afora, e que ao se tornarem “cristãos”, ou seja, crentes ou protestantes, deixaram os problemas para trás e vivem na abundância, em paz com a família, sem problemas de qualquer ordem.

Como se a Terra fosse um planeta onde isso pudesse se dar dessa forma como eles contam; no entanto, o que vemos, são evangélicos desempregados, doentes, carentes e muitos revoltados, vivenciando as mesmas dificuldades de qualquer outro religioso, por essa razão essa propaganda exibida nos programas dessa natureza não passam de enganosas fictícias e sem fundamento algum, o que leva grande multidão de distraídos que nelas acreditam a não crerem em mais nada depois de comprovarem que as coisas não se dão como são mostradas por falsos profetas que se encontram aos montes no mundo como o nosso.
Graças a Deus, que nós espíritas verdadeiros, ou seja, nós que seguimos a doutrina ensinada pelos Espíritos Superiores, sob a supervisão do Mestre de Nazaré, já dispomos de suficiente entendimento para conviver com esse tipo de difamação, e ao mesmo tempo, certos e convictos dos nossos ideais superiores, nos resta orar por esses nossos irmãos, que se dizendo cristãos, mas que ainda não se dispuseram a seguir os ensinos do Mestre de quem se dizem discípulos.

Nossa doutrina é tão lúcida e lógica, que não se presta ao combate de qualquer outra religião, e jamais se intitula a melhor religião, por saber que não é a religião quem salva o homem, e sim, a sua vivência cristã alicerçada nos princípios ensinados e exemplificados por Jesus, e tão bem explicados pela doutrina espírita que eles tanto combatem, por desconhecimento, interesses escusos e preconceito, sem se darem ao trabalho de verificar o absurdo que cometem de falso testemunho contra seu próximo, como consta dos 10 mandamentos recebidos por Moisés que eles dizem seguir, em detrimento até mesmo do Mestre de Nazaré.
Para reforçar o que acabo de afirmar, podemos ver em O Livro dos Espíritos, a resposta dada pelos Imortais à questão proposta por Kardec sobre o assunto conforme segue:
842Por que indícios se poderá reconhecer, entre todas as doutrinas que alimentam a pretensão de ser a expressão única da verdade, a que tem o direito de se apresentar como tal?
Será aquela que mais homens de bem e menos hipócritas fizer, isto é, pela prática da lei de amor na sua maior pureza e na sua mais ampla aplicação. Esse o sinal por que reconhecereis que uma doutrina é boa, visto que toda doutrina que tiver por efeito semear a desunião e estabelecer uma linha de separação entre os filhos de Deus não pode deixar de ser falsa e perniciosa.” ¹
É justamente por essas e por outras tantas demonstrações de dignidade, de fundamento moral e ético, que a doutrina espírita segue cada dia mais fortalecida e procurada por uma massa grandiosa de descrentes que nos buscam para lhes proporcionar esses ensinos tão claros e tão lúcidos, fazendo-os entender que só há uma Lei a ser seguida por nos, filhos de Deus, a Lei de amor e caridade.
Ex-seguidores de filosofias tidas como cristãs, mas, que em verdade pregam o preconceito e a separação entre os filhos do mesmo Pai, esses irmãos que nos chegam encontram na doutrina espírita a paz interior e a compreensão das Leis eternas e imutáveis que regem o destino da criatura a caminho de seu criador e por isso mesmo, se apaixonam não mais deixando a lógica e a diretriz que a filosofia espírita nos propõe, para seguir uma fé cega, fanática e imposta que acabaram de deixar, tornando-se verdadeiros espíritas, dedicados trabalhadores da Seara de Jesus, por entenderem o quanto tempo desperdiçaram em crenças desprovidas de lógica, onde se dá mais importância à desmoralização e a destruição moral e física dos supostos “adversários” de suas filosofias, perseguindo-os, com todo ódio, calúnia e difamação possível, do que a transformação moral que o indivíduo precisa realizar para alcançar a verdadeira felicidade e a pureza espiritual a que estamos destinados.
Em espiritismo, o lema a ser seguido é “Fora da caridade não há Salvação”, e a caridade é justamente o amor em ação, realizado pelas mãos operosas do seguidor de Jesus, no trabalho de crescimento moral espiritual que todos devemos empreender, independentemente da corrente religiosa que seguimos, ouvindo a sábia interpretação de Jesus quando resumiu todas as Leis e os profetas em simplesmente: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo“, e para isso, precisamos aprender a respeitar também as escolhas religiosas de todos os que não pensam como nós, pois, não somos os donos da verdade, que pertence unicamente a Deus Pai de todos nós.
1) O Livro dos Espíritos – FEB 76ª edição.

Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação com Ele.
1. Aquele que ora com fervor e confiança é mais forte contra as tentações do mal, e Deus envia-lhe bons Espíritos para assisti-lo. É um auxílio que nunca é recusado, quando é pedido com sinceridade.
2. O essencial não é orar muito, mas orar bem. Certas pessoas crêem que todo o mérito está na extensão da prece, enquanto fecham os olhos para seus próprios defeitos. A prece é para eles uma ocupação, um emprego do tempo, mas não uma análise de si mesmos. 3. Aquele que pede a Deus o perdão de seus erros não o obtém senão mudando de conduta. As boas ações são a melhor das preces, pois os atos valem mais que as palavras.
4. A prece é recomendada por todos os bons Espíritos; é, além disso, pedida por todos os Espíritas imperfeitos como um meio de tornar mais leves seus sofrimentos.

5. A prece não pode mudar os desígnios da Providência; mas, vendo que há interesse por eles, os Espíritos sofredores se sentem menos desamparados; tornam-se menos infelizes; ela exalta sua coragem, estimula neles o desejo de elevar-se pelo arrependimento e reparação, e pode desviá-los do pensamento do mal. É nesse sentido que ela pode não só aliviar, mas abreviar seus sofrimentos.
6. Cada um ore segundo suas convicções e o modo que acredita mais conveniente, pois a forma não é nada, o pensamento é tudo; a sinceridade e a pureza de intenção é o essencial; um bom pensamento vale mais que numerosas palavras, que se assemelham ao barulho de um moinho e onde o coração não está.
7. Deus fez homens fortes e poderosos para que fossem sustentáculos dos fracos; o forte que oprime o fraco é advertido por Deus; em geral ele recebe o castigo nesta vida, sem prejuízo do futuro.
8. A fortuna é um depósito cujo possuidor é tão-somente o usufrutuário, já que não a leva com ele para o túmulo; ele prestará rigorosas contas do emprego que fez dela.
9. A fortuna é uma prova mais arriscada que a miséria, porque é uma tentação para o abuso e os excessos, e porque é mais difícil ser moderado que ser resignado.
10. O ambicioso que triunfa e o rico que se sustenta de prazeres materiais são mais de se lamentar que de se invejar, pois é preciso ter em conta o retorno. O Espiritismo, pelos terríveis exemplos dos que viveram e que vêm revelar sua sorte, mostra a verdade desta afirmação do Cristo: "Aquele que se orgulha será humilhado e aquele que se humilha será elevado."
11. A caridade é a lei suprema do Cristo: "Amem-se uns aos outros como irmãos; - ame seu próximo como a si mesmo; perdoe seus inimigos; - não faça a outrem o que não gostaria que lhe fizessem"; tudo isso se resume na palavra caridade.
12. A caridade não está só na esmola pois há a caridade em pensamentos, em palavras e em ações. Aquele caridoso em pensamentos, é indulgente para com as faltas do próximo; caridoso em palavras, não diz nada que possa prejudicar seu próximo; caridoso em ações, assiste seu próximo na medida de suas forças.
13. O pobre que divide seu pedaço de pão com um mais pobre que ele é mais caridoso e tem mais mérito aos olhos de Deus que o que dá o que lhe é superfluo, sem se privar de nada.
14. Aquele que nutre contra seu próximo sentimentos de animosidade, ódio, ciúme e rancor, falta à caridade; ele mente, se se diz cristão, e ofende a Deus.
A ti,Senhor. elevo minha alma. Em ti, Senhor, eu confio: que eu não fique decepcionada, nem triunfem sobre mim os inimigos. Na verdade, não ficam decepcionados os que em ti esperam, mas decepcionados ficarão os que traírem a fé por uma futilidade. Ensina-me, Senhor, os teus caminhos, revela-me tuas sendas! Dirije-me no caminho da verdade e me ensina, porque Tu és o Deus, meu Salvador, e em ti, espero todos os dias. Lembra-te, Senhor, que tua ternura e teus favores são eternos! Não recordes os pecados de minha juventude, mem minhas faltas! Lembra-te de mim, segundo tua misericórdia, por causa de tua bondade, Senhor!

O Senhor é bom e justo; por isso mostra o caminho aos pecadores, encaminha os humildes segundo a justiça, ensina aos humildes o caminho. Todas as sendas do Senhor são amor e fidelidade para os que guardam sua aliança e suas leis. Por causa de Teu Nome, Senhor, perdoa minha culpa que é grave! Há alguém que tema o Senhor? Ele lhe mostrará o caminho a escolher. Sua alma descansará na prosperidade, e sua descendência possuirá a terra. O Senhor se faz íntimo dos que o temem e lhes dá a conhecer a aliança. Meus olhos estão sempre fixos no Senhor, pois ele livra da rede os meus pés.
Volta-te para mim e tem piedade, pois estou só e oprimida. Os infortúnios tomaram conta de meu coração, tira-me das angústias! Vê minha miséria e tribulação e perdoa-me todos os pecados! Vê quantos são os meus inimigos e como me odeiam com ódio violento! Guarda minha alma e salva-me! Que eu não fique decepcionada por ter-me refugiado em Ti! A honradez e a retidão me sejam de valia, pois em Ti ponho minha esperança. Ó Deus, salva a mim familia de todas as tribulações!
Fazer 3 pedidos: 2 difíceis e 1 impossível.